segunda-feira, 14 de março de 2011

Sobre as respostas que procuro.


Quero escrever-te como quem aprende.
Fotografo cada instante, aprofundo as palavras como se pintasse mais do que um objeto,sua sombra.
Não quero perguntar por quê.
Pode-se perguntar sempre por que e sempre continuar sem respostas.
Será que consigo me entregar ao expectante silêncio que se segue a uma pergunta sem resposta?
Embora adivinhe que em algum lugar ou em algum tempo, existe a grande resposta em mim !
(Clarice Lispector)

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